Falar comigoQuero falar com você
Kelly Ferreira, advogada, num campo de lavoura

O seu direito no INSS, em palavras simples.

Aposentadoria, pensão, BPC e auxílios

Sou Kelly Ferreira, advogada e filha de agricultores. Escuto sua história, olho seus documentos e digo o que dá para fazer.

Se alguma destas frases é sua, esta página foi feita para você

  • Trabalhei a vida toda na roça, mas nunca contribuí. Será que tenho direito?
  • Fui ao INSS, me pediram um monte de documento e eu não entendi nada.
  • Meu marido faleceu e me disseram que eu posso receber uma pensão.
  • Meu pedido foi negado e a carta não explica nada direito.
  • Do nada, o benefício parou de cair na conta.
  • Um rapaz aí disse que resolve o meu benefício e quer uma parte do dinheiro.

Instituto Nacional do Seguro Social

Comunicação de decisão

Requerente:

Benefício: auxílio por incapacidade temporária

Situação do pedido: indeferido

Motivo: não constatação de incapacidade laborativa.

Traduzindo: indeferido quer dizer negado. O motivo diz que o perito entendeu que você consegue trabalhar. É por aí que a análise começa.

Modelo ilustrativo da carta de decisão que o INSS envia.

Cada uma dessas situações tem um caminho e um prazo. O primeiro passo é alguém escutar a sua história inteira e olhar os seus documentos com calma. Aqui ninguém passa vergonha porque não sabe: aqui a gente explica.

No que eu posso ajudar

Ao lado de cada situação, deixei grifado o nome que aparece no INSS, para você reconhecer o seu caso.

Qual é o seu benefício

  • Aposentadoria rural

    Quem trabalha na roça com a família é o segurado especial.

    Para quem trabalhou no campo em regime de economia familiar, mesmo sem nunca ter pago carnê. Aqui o que precisa ser provado é o trabalho na roça, e é nessa prova que eu ajudo: o que serve, o que falta e onde conseguir.

  • Aposentadoria urbana

    O INSS olha o seu tempo de contribuição.

    Para quem contribuiu como empregado, autônomo ou MEI. Eu confiro o seu CNIS, que é o extrato das contribuições, mostro o que falta e o que muda se você esperar mais um pouco antes de pedir.

  • Pensão por morte

    No INSS é a pensão por morte.

    Para a esposa, o marido, o companheiro, os filhos e, em alguns casos, os pais de quem faleceu. Pedir logo importa: dentro do prazo, o pagamento conta desde a data do falecimento; depois dele, passa a contar só da data do pedido.

  • BPC/LOAS

    No INSS aparece como benefício assistencial.

    Um salário mínimo por mês para a pessoa com deficiência ou com 65 anos ou mais, e renda familiar baixa. Não é preciso ter contribuído. Eu confiro como o INSS calculou a renda da família, que é onde muitos pedidos são negados.

  • Quando a doença impede o trabalho

    É o auxílio por incapacidade temporária, o antigo auxílio-doença, ou a aposentadoria por incapacidade permanente.

    Para quem precisa parar de trabalhar por doença ou acidente, por um tempo ou de vez. Eu explico o que o perito avalia, o que os laudos precisam mostrar e o que fazer quando ele entende diferente do seu médico.

Em que ponto está o seu caso

  • Você ainda vai pedir

    O pedido no INSS é o requerimento.

    Antes de dar entrada, eu confiro documento por documento e organizo o que falta. É o que costuma evitar um não por falta de prova, que depois custa tempo para desfazer.

  • O INSS negou

    O INSS chama de indeferimento.

    Você pediu e o INSS disse não. Eu leio o motivo da carta e explico se o caminho é um novo pedido, um recurso no próprio INSS ou uma ação na Justiça.

  • O INSS cortou ou marcou perícia

    O corte é a cessação; a perícia é a consulta com o médico do INSS.

    Se o pagamento parou, eu confiro por quê e se dá para pedir a volta. Se há perícia marcada, oriento quais documentos levar e o que costuma ser perguntado, para você chegar sabendo o que esperar.

Como eu trabalho

São 15 anos cuidando de casos do INSS. Este é o combinado que vale para todo mundo que me procura.

  • Escuto antes de orientar

    A conversa começa pela sua história inteira, sem pressa. Só depois eu abro os documentos e o seu cadastro no Meu INSS.

  • Falo sem juridiquês

    Se aparecer uma palavra difícil, eu traduzo na hora. Você precisa entender o seu próprio processo, e perguntar quantas vezes precisar.

  • Organizo e protocolo no prazo

    Cada caso tem um fluxo e datas marcadas. Documento reunido é documento protocolado: nada fica dormindo na gaveta.

  • Vou até você quando precisa

    Quando a coleta de documentos é grande, ou quando sair de casa é difícil, eu marco uma visita. Isso costuma poupar idas ao escritório e diminuir o nervosismo.

  • Acompanho pelo WhatsApp

    É por ali que eu aviso cada etapa, por mensagem ou áudio. Você não precisa ficar perguntando se o processo andou.

  • Digo a verdade, inclusive quando é não

    Se o direito não existe, ou se ainda não é hora de pedir, eu falo. Não prometo resultado: quem decide é o INSS ou a Justiça.

Recorrer no INSS tem prazo

30 dias

Se o INSS negou ou cortou o seu benefício, esse é o prazo para recorrer dentro do próprio INSS, contado do dia em que você toma conhecimento da decisão, pela carta ou pelo Meu INSS. Depois disso, o recurso no INSS deixa de ser possível. Ainda pode haver outros caminhos, como um novo pedido ou uma ação na Justiça, mas as opções diminuem.

Se a decisão chegou há pouco, não deixe a carta na gaveta. Me chame enquanto o prazo está correndo.

Do primeiro contato à orientação, em três passos

  1. Você deixa seu contato

    Nome, WhatsApp e a unidade mais perto de você, no formulário do fim da página. Leva menos de um minuto, e pode ser o seu contato ou o de alguém da família.

  2. Eu chamo você no WhatsApp

    Faço algumas perguntas, consulto o seu cadastro no Meu INSS e peço os documentos que importam no seu caso: laudos e exames, o CNIS (o extrato das contribuições), as provas do trabalho no campo ou a carta do INSS. Se você não souber como conseguir algum deles, eu explico.

  3. Você sai sabendo o que fazer

    Eu explico o que dá para pedir, o que precisa ser provado, quais são os prazos e como seria o acompanhamento, inclusive como funcionam os honorários. Se o seu caso ainda não tem direito, eu digo isso também. Aí você decide com calma se quer seguir.

Kelly Ferreira, advogada, sentada em seu escritório, de camisa branca

Quem vai cuidar do seu caso

Sou Kelly Ferreira, advogada há 15 anos, com atuação dedicada ao Direito Previdenciário, a área que cuida dos benefícios do INSS.

Sou filha de agricultores e a primeira da minha família a se formar em Direito. Cresci vendo o que é trabalhar de sol a sol e o quanto pesa a espera por um benefício que ainda não saiu. Foi por isso que escolhi essa área, e é por isso que trato cada caso como trataria o da minha própria família.

Atendo em dois escritórios, em Caruaru e em Frei Miguelinho, e também a distância: como o pedido ao INSS é feito pelo GOV.BR e o acompanhamento é pelo WhatsApp, dá para cuidar do seu caso em qualquer lugar do Brasil.

Do primeiro contato ao fim do processo, quem acompanha você de perto sou eu.

Kelly Ferreira Advogada · OAB/PE nº 30.588 15 anos de atuação em Direito Previdenciário

Dúvidas frequentes

Trabalhei na roça a vida toda e nunca contribuí. Tenho direito?

Pode ter. Quem trabalha no campo em regime de economia familiar é o que a lei chama de segurado especial, e nesse caso o que precisa ser provado é o trabalho na roça, não o pagamento mensal ao INSS. Notas do sindicato, contratos de parceria ou arrendamento, documentos da terra, registros escolares dos filhos e o histórico da família costumam servir como prova. Na conversa eu vejo o que você já tem e o que ainda dá para buscar.

Moro longe de Caruaru e de Frei Miguelinho. Você me atende?

Atendo. O pedido ao INSS é feito pelo GOV.BR e o acompanhamento é pelo WhatsApp, então dá para cuidar do caso em qualquer lugar do Brasil. Quem prefere olho no olho pode ir a um dos dois escritórios e, quando a coleta de documentos pede, eu marco uma visita.

Meu benefício foi negado ou cortado. Ainda dá para fazer alguma coisa?

Depende do motivo, que aparece na carta do INSS ou no app Meu INSS. Em muitos casos existe mais de um caminho: fazer um novo pedido, recorrer no próprio INSS ou entrar com uma ação na Justiça. Para recorrer no INSS, o prazo é de 30 dias a partir do dia em que você tomou conhecimento da decisão. Por isso, vale não deixar para depois.

Uma pessoa aqui da região disse que resolve o meu benefício. Preciso de advogada?

Dar entrada no Meu INSS sozinho é um direito seu, e às vezes o pedido sai sem problema. O cuidado é com quem não é advogado e cobra para "agilizar" o seu processo: quem responde por um pedido mal feito é você, e um não do INSS por falta de prova custa tempo para desfazer. Antes de entregar documento ou dinheiro a qualquer pessoa, pergunte o nome completo e o número da inscrição na OAB, que dá para conferir no site da Ordem.

Quanto tempo demora?

Não existe data certa, porque quem decide o prazo é o INSS e, se o caso for para a Justiça, o Judiciário. Quem promete data de resultado está inventando. O que depende de mim eu combino com você: protocolo assim que os documentos estiverem prontos e aviso cada movimentação pelo WhatsApp, sem você precisar ficar perguntando.

Se o benefício for reconhecido depois, recebo os meses que ficaram para trás?

Em regra, quando o direito é reconhecido, no próprio INSS ou na Justiça, os valores podem ser pagos desde a data do pedido ou do corte, com correção. Isso depende do caso, por exemplo de quando a doença passou a impedir o trabalho. Na conversa, eu explico o que vale para a sua situação.

Quanto custa?

O valor depende do tipo de caso e do que precisa ser feito, por isso não existe uma tabela única. Depois de entender a sua situação, eu explico como funcionam os honorários, que é o pagamento pelo trabalho da advogada, e tudo fica combinado por escrito antes de começar. Falar comigo não obriga você a contratar nada: se não quiser seguir, é só dizer.

Tenho perícia marcada. O que eu levo?

A perícia é a avaliação feita por um médico do INSS para ver se a doença ou a deficiência impede você de trabalhar. Leve documento com foto, laudos e atestados recentes com o CID (o código da doença que o médico escreve no laudo), exames, receitas e a lista dos remédios que você toma. Laudos que descrevem as suas limitações no dia a dia dizem mais do que os que trazem só o nome da doença.

Sou da família. Posso pedir o contato no lugar da pessoa?

Pode, sim. Deixe o seu nome e WhatsApp e conte na conversa o que está acontecendo. Mais adiante, a própria pessoa, ou quem responde legalmente por ela, vai precisar assinar alguns documentos.

Você não precisa chegar com tudo organizado.

Deixe só seu nome e WhatsApp.

O resto eu pergunto na conversa: o que aconteceu, quais documentos você tem e o que ainda falta. Se o INSS já negou ou cortou o seu benefício, lembre que o prazo para recorrer é de 30 dias.

Fale comigo

Eu chamo você no WhatsApp para escutar o seu caso e explicar os caminhos.

Qual unidade fica mais perto de você?

Pedir contato não obriga você a contratar nada. Seus dados servem só para eu falar com você (política de privacidade).

Quero falar com você

Falar comigo no WhatsApp

A conversa comigo abre com esses dados já escritos.

Qual unidade fica mais perto de você?

Falar no WhatsApp não obriga você a contratar nada.